OCEANS SEVEN

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O Desafio dos Sete Oceanos (Oceans Seven), consiste em sete Travessias de longas distâncias em águas abertas pelos canais marítimos mais perigosos do mundo.

Para os nadadores de desafios extremos é equivalente a um alpinista escalar os “Seven Summits” (Sete cumes mais altos e perigosos do mundo em 6 continentes diferentes), considerado um dos maiores desafios extremos do mundo.

Apenas vintes pessoas no planeta completaram esta dura tarefa de concluir as sete travessias representadas no mapa abaixo.

CRÉDITOS DA IMAGEM: ENGENHEIRA VANESSA PUGLIERO

1. CANAL da CATALINA – Nos EUA entre a Ilha de Catalina e Los Angeles County com aproximadamente 34 km de extensão:

Este canal apresenta ventos fortes, correntes ferozes e nadadores geralmente encontram grandes vidas marinhas, incluindo baleias e golfinhos migratórios e é comparável ao Canal da Mancha em termos dos desafios físicos e mentais para os nadadores.


2. CANAL de MOLOKAI – No Havaí entre as ilhas de Oahu e Molokai, com aproximadamente 42 km de extensão:

É a travessia mais longa deste desafio, a água é quente, mas apresenta ventos fortes e correntes pesadas e conta com uma vida marinha mais agressiva – como tubarões – e enormes ondulações provenientes do Pacífico.


3. ESTREITO DE COOK – Na Nova Zelândia, entre as ilhas do norte e sul, com aproximadamente 26 km de extensão:

O percurso ocorre em um local com fluxos de maré extremamente fortes, com águas bastante frias, em torno de 16ºC. Golfinhos são comuns e há histórias e vídeos de golfinhos protegendo nadadores de ataques de tubarões.


4. ESTREITO DE GIBRALTAR – Entre a Espanha e o Marrocos, com uma extensão aproximada de 16 km:

É uma das travessias mais curtas, mas com condições climáticas imprevisíveis, tráfego de navios de carga intenso, ventos fortes e um fluxo de água com uma média 5,5km por hora, sendo considerada uma travessia extremamente difícil.


5. ESTREITO DE TSUGARU – No Japão, entre as ilhas de Hokkaidô e Honshu, com uma extensão de aproximadamente 20 km:

Um canal de águas profundas, onde os nadadores enfrentam correntes extraordinariamente fortes que fluem do Mar do Japão para o Oceano Pacífico. Há também seções ocasionais de água fria que fluem da profundidade do mar. A vida marinha é abundante e os nadadores se deparam com flores de lula (especialmente à noite), tubarões e cobras mortais.


6. CANAL NORTE – Entre a Irlanda do Norte e a Escócia, sua extensão aproximada é de 33 km:

Apresenta condições climáticas imprevisíveis e sessões com grande aglomeração de águas-vivas juba de leão (tocar um tentáculo dói como uma picada de vespa). A água é extremamente fria com uma média de 12°C.


7. CANAL DA MANCHA – No Estreito de Dover, que separa a Inglaterra da França, conta com uma distância de aproximadamente 34 km:

É uma das rotas marítimas mais movimentadas do mundo com mais de 500 navios de carga cruzando o canal todos os dias. Também tem as maiores mudanças de marés do mundo e é notório por suas fortes correntes. A água é fria – em torno de 16°C.

Texto de DIOGO MILANI ZOPPI em colaboração com a Engenheira Vanessa Pugliero

Empresário do setor de academias e assessoria esportiva à mais de 13 anos, especializado internacionalmente em salvamento aquático é ultramaratonista com décadas de experiência, fundador do PROGRAMA XTREME SWIM, e cofundador do projeto NADANDO PELO PLANETA, que realiza ações esportivas extremas em paralelo à ações socioambientais destinadas a despertar e incentivar as pessoas sobre às consequências da poluição causada pelos homens e que afetam todo o nosso planeta.

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